Sexta-feira, 31 de Julho de 2015

Déjeuners sur l'herbe (França, anos 30)

 

 

 

Déjeuner sur l'herbe 1933

 

 

 

 

 

 

 

 

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Néné campagne

 

 

 fotografias de João D' Korth

 c. 1933

 álbum Vintage France no Flickr

 

 

 

 

 

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Sábado, 25 de Julho de 2015

Cemitério militar português de Richebourg (França,anos 30)

 

fotografias de João D' Korth

 

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Le cimetière militaire portugais de Richebourg regroupe les corps de 1.831 soldats tombés notamment lors de la bataille de la Lys. Il demeure le symbole de l’engagement du Portugal dans la Première Guerre mondiale.

 

 

 

 

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Sur près 56.500 hommes mobilisés, le Portugal doit déplorer en 1918 environ 2.100 morts, 5.200 blessés et 7.000 prisonniers.  

 

 

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Apesar da já existência nos E.U.A. de cemitérios militares, na Europa este fenómeno está inevitavelmente ligado à Grande Guerra. Pela primeira vez foi criada legislação para o tratamento dos soldados mortos – projecção e concepção de cemitérios militares. A França foi o primeiro país a fazê-lo, em Dezembro de 1915, sanciona o direito de cada indivíduo a um lugar único de repouso, ultrapassando soluções anteriores em que os soldados eram depostos em valas comuns. [...] Em Portugal, a primeira legislação para tratamento dos mortos de guerra portugueses na frente europeia surge em 1917. Procurou-se regulamentar esta situação com a estruturação de um serviço, futuramente denominado Comissão Portuguesa das Sepulturas de Guerra (CPSG), responsável pela identificação, concentração e inumação dos corpos. Face a uma limitação de recursos, exigiu-se da CPSG um esforço acrescido para concentrar os corpos espalhados pelo território da Flandres em cemitérios militares exclusivamente portugueses, criados para tal com a devida e necessária monumentalidade. Na verdade, durante o conflito, os esforços desta comissão debateram-se com as limitações sanitárias e espaciais impostas pelas autoridades francesas, levando a que os corpos ficassem espalhados por vários cemitérios (em 88 cemitérios da Alemanha, 23 da Bélgica; 2 da Espanha; 141 da França; 1 da Holanda e em 3 cemitérios da Inglaterra)*. Texto integral aqui

 

 

***

 

Monumento de La Couture, do escultor António Teixeira Lopes, inaugurado em 10 de Novembro de 1928.

 

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Nós usamos Soldado desconhecido; os franceses Nom inconnu. Os ingleses encontraram (Kipling encontrou) forma melhor: Known unto God.

 

 

Cemitério WWI 1933

 

 

 

Agradecimentos: Henrique D' Korth Brandão, José Cutileiro,  Chemins de Mémoire en Nord Pas de CalaisMemória Virtual.Defesa.pt,  Operacional , Jornal Público, Momentos de História,

 

 

Fotografias de João D'Korth no Flickr nos álbuns Vintage France e Exposição do Mundo Português

 

 

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Quarta-feira, 22 de Julho de 2015

O Bloco-Notas de José Cutileiro

 

 

 

 

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Helmut Kohl

Foto: AP

 

 

 

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Aprendizes de Feiticeiro

 

 

Abriu a caça à Europa. Enquanto a Alemanha esteve dividida e a União Soviética durou o projecto europeu floresceu. Mas desde a crise de 2008 e das más respostas que lhe fomos dando, começa a ver-se o túnel ao fundo da luz.

 

A França percebeu logo o perigo da Alemanha reunida (como a Inglaterra, tentou à última hora evitá-la mas Kohl foi apoiado por Gorbachev e Bush) a quem Mitterand forçou a engolir a moeda única (os alemães prefeririam manter o marco) na esperança de a travar um pouco. Estratagema vão, como a tragicomédia grega à boca de cena e a fraqueza económica geral europeia em pano de fundo mostram. Agora Hollande quer governo, orçamento e parlamento da zona euro, na esperança de que tal arranjo federal ajude a enquadrar o poder de Berlim. Que o projecto exclua a Inglaterra e enfraqueça a União Europeia não o preocupa desde que Paris ganhe mais voz contra Berlim do que a que tem hoje. Não sei se terá sucesso: talvez nem todos os utilizadores da moeda única estejam dispostos a juntarem-se a essa aventura. O papão, que fazia dantes os meninos comerem a sopa sem rabujarem, já não existe.

 

O pai da construção europeia foi Estaline, dizia Paul-Henri Spaak e nunca é demais repeti-lo. Acabado o terror incutido pela União Soviética, foi-se a propensão contra natura dos europeus a colaborarem uns com os outros. Durante 45 anos, permitira-lhes atingir a União Europeia mas quando Jacques Delors – 90 anos convictos de que o Presidente da Comissão deveria ser sempre um francês – e os seus discípulos lançaram o euro, esperando que as harmonizações necessárias para seu funcionamento fossem sendo acordadas pelos estados, já Yeltsin desmantelara o monstro e as capitais europeias, livres da canga da solidariedade e do interesse geral, retomavam hábito e gosto antigos de desconfiarem umas das outras.

 

O mau estar explodiu com a crise grega e mostrou coisa pior ainda. Desaparecido o medo salutar da União Soviética, uma noite de decisões brutais em Bruxelas restaurou em muitos corações o medo da Alemanha. Strauss-Kahn, um dos raros políticos em quem Angela Merkel confiara, achou as medidas contra a Grécia ‘quase mortíferas’; o filósofo Habermas, que 70 anos de diplomacia de reabilitação tinham sido deitados a perder.

 

É complicado. Toda a gente – incluindo muitos gregos – entende que, para o projecto europeu não se desmantelar, os gregos terão de passar a ser mais virtuosos. Menos gente – e quase nenhum alemão – entende que, também para o efeito, os alemães terão de passar a ser menos virtuosos. Durante a Guerra Fria, Bona, readmitida por De Gaulle ao convívio das pessoas de bem, deixara Paris mandar e não viera daí mal ao mundo. Desde a reunificação quem manda é Berlim. Na Alemanha a virtude tomou o freio nos dentes; se não aparecer outro Helmut Kohl, nacionalismos curtos de vistas darão cabo da riqueza e do poder da Europa.

 

Não seria o fim do mundo, muito menos da História. E tornaria a haver guerras entre nós.

 

 

 

 

 

 

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Sábado, 18 de Julho de 2015

Eau, nuages (França, anos 30)

 

 

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França, anos 30

álbum Vintage France no Flickr

 

 

 

fotografias de João D' Korth

 

 

 

 

 

 

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Domingo, 28 de Junho de 2015

Maison Charles (França, anos 30)

 

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João D’Korth (1893-1974)

 

 

fotografias de João D' Korth

 

 

 

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Sexta-feira, 26 de Junho de 2015

Rali Senhoras (França, anos 30)

 

 

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fotografias de João D' Korth

 

 

 

 

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Sexta-feira, 12 de Junho de 2015

Rali (França, anos 30)

Fotografias de João D' Korth 

 

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Álbum Vintage France no Flickr

fotografias de João D' Korth (1893-1974) 

 

 

 

 

 

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Quarta-feira, 10 de Junho de 2015

O Bloco-Notas de José Cutileiro

 

 

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10 de Junho

 

 

 

“Portugal: questão que eu tenho comigo mesmo”. Este verso da Feira Cabisbaixa de Alexandre O’Neill ressoa em mim. Tentei ver-me livre dele por via post-moderna — “Portugal é questão que Alexandre O’Neill tem consigo mesmo” — mas, sendo o post-modernismo um rosário de asneiras, a esperteza não me ajudou a sair do labirinto.

 

Alguns anos depois, o homem de teatro Mário Viegas, em campanha para a Presidência da República, lançou esta palavra de ordem: “Europa não. Portugal nunca!”. Também ressoou em mim. Deveria ser adaptada e divulgada em todas as línguas da União. Os europeus – 7% da população, 25% do produto, 50% da despesa social do mundo… E ainda se queixam? – terão de perceber que se não há ninguém melhor do que eles, tampouco eles são melhores do que seja quem for. É claro que píncaros éticos assim são para Espinosas, não para mortais comuns. Mas, se não quisermos outra vez guerras entre nós, é para esse lado que se deve esticar a corda e não para o outro como fazem agora patriotas finlandeses, lepenistas franceses, ukipistas ingleses, tantos outros. (Hoje digo sim à Europa. Sabe-se que, para quem não tenha muita fé, não há nada pior do que ir a Roma; no meu caso, quinze anos de vida em Bruxelas fizeram de um eurocéptico um europeísta. E passei a preferir Portugal sempre a Portugal nunca: sabedoria ou senilidade?)

 

Entre os dizeres de O’Neill e Viegas, Portugal vivera a 25 de Abril de 1974 o seu terceiro grande sobressalto no século XX. Hoje a maioria não se lembra do Estado Novo. António Alçada Baptista, em 1998, escreveu sobre ele: “(…) no tempo do antigo regime vivi com alguma ansiedade a condição de ser português. Não tínhamos liberdade e aguentámos uma guerra colonial que era para mim uma vergonha. O governo tinha tomado conta de todos os valores patrióticos e religiosos e por isso era com muita dificuldade que eu conseguia ter orgulho no meu país”.

 

Era assim nesse tempo com muitos de nós, católicos ou ateus, monárquicos ou republicanos. Ditaduras e guerras dão tratos de polé ao patriotismo. Em 1940, o regime francês de Vichy, presidido pelo marechal Pétain, julgou à revelia o general De Gaulle, refugiado em Londres, e condenou-o à morte por traição à pátria. Por sua vez, em 1945, o regime francês de Paris, presidido por De Gaulle que ajudara a derrotar a Alemanha nazi, condenou Pétain à morte por traição à pátria. De Gaulle, cujo único filho varão era afilhado de Pétain, comutou a pena em prisão perpétua.

 

Na paz e democracia do Portugal europeu de hoje, um inglês da Várzea de Colares - Deus lhe tenha alma em descanso – gabava-se ser o único colunista da imprensa lisboeta que gostava de Portugal; os seus confrades lusos não paravam de dizer mal do país. Alguém lhe explicou. Ele louvava Portugal mas se estrangeiros viessem atacá-lo meter-se-ia no primeiro avião para Londres. Os confrades lusos talvez não gostassem de Portugal mas amavam-no e, se estrangeiros investissem, morreriam por ele. Simples, no fundo.

 

 

 

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Quarta-feira, 13 de Maio de 2015

O Bloco-Notas de José Cutileiro

 

 

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Bom senso

 

 

 

Foi bom ver Ed Milliband e o Partido Trabalhista, livre da viragem à direita feita por Tony Blair, levarem no coco. Ficaram só com um deputado na Escócia, os Conservadores ganharam maioria absoluta na Câmara dos Comuns e Ed demitiu-se. É uma história moral, como fábula de Esopo. Há cinco anos, o candidato natural à chefia do partido a seguir à demissão de Gordon Brown era o irmão mais velho de Ed, David, que acabara de ser ministro dos estrangeiros e seguia a via social-democrata aberta por Blair. Mas Ed mancomunou-se com sindicatos esquerdistas, prometeu-lhes voltar ao passado quando o partido retomasse o governo (no Reino Unido, o chefe dos trabalhistas é escolhido por deputados e dirigentes sindicais). Ficou chefe da oposição em Westminster e David deixou a política.

 

Aliança de sindicatos trogloditas e irmão fratricida foi coisa feia e deu gosto vê-la acabar tão mal. De Ed não é preciso dizer mais nada: na nossa parte do mundo gente como ele tem mau nome desde que Caim matou Abel. Dos sindicatos convém acrescentar que, se a austeridade dos Tories de Cameron deixa muito a desejar (tal como a austeridade imposta pela Alemanha na zona euro) não é seguramente com receitas socialistas de anteontem, de ineficácia provada, que se poderá emendar o soneto. Quase toda a gente - salvo quase todos os alemães - sabe que é preciso mudar mas não para voltar a erros passados (embora a tentação de muitos seja grande, como o caminho feito por demagogos em outras áreas da vida política atesta – proteccionismo; xenofobia – fazendo lembrar os anos de pré-nazismo e pré-fascismo do século XX, só não havendo ainda arruaças em cidades da Europa graças aos 50% da despesa social do mundo gastos pelos europeus).

 

A austeridade foi e continua ser um erro caro mas a vasta maioria dos alemães continua a exigi-la e os governos dos outros países da União Europeia, não só os da zona euro, aceitam essa exigência. Desde 2010, os alemães, às arrecuas, depois de dizerem que não várias vezes, têm cedido ao bom senso. Mas mudam muito devagar e, sem guerras entre nós, a demora será grande. Enquanto a França mandou, os vícios francês e alemão neutralizaram-se. Mas desde a moeda única a França, com orçamentos em défice desde 1974, não consegue impor uma pitada de inflação e a Alemanha, desinibida, faz vigorar a sua visão caseira e moralista da economia. Virtude à solta que pode acabar mal.

 

Por cá, alguma grandeza daria jeito mas fracos reis fazem fraca a forte gente. Lembro a adivinha de Augusto Sobral:

 

De meia tijela veio

E ficou meia tijela.                                                                

Ficou a tijela em meio                                                              

Porque era meia tijela.

 

E o refrigerante imaginado pelo meu chorado Eduardo Calvet de Magalhães, antes de cá ter chegado a Coca-Cola: “ Capilé gaseificado – a bebida que lhe corre nas veias”.

 

 

 

Imagem: François Mitterrand e Helmut Kohl em Verdun, 1984 © Associated Press

 

 

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Quarta-feira, 6 de Maio de 2015

O Bloco-Notas de José Cutileiro

 

 

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Felicidade para todos?

 

 

 

“Reflexões sobre o Leito de Morte de Voltaire ou A Arte de Morrer na França do Século XVIII” - o título de opúsculo saltou-me à vista na montra da Oxford University Press, na High Street da cidade epónima, a primeira vez que lá passei. Tratava-se da lição inaugural do Professor de Divindade, comprei-a, li-a, perdi-a mas, mais de 50 anos passados, lembro-me do teor e conto-o à leitora.

 

Voltaire (1694-1778) era ateu mas monárquico e respeitador das convenções sociais do seu tempo. Não gostaria de impor a família e amigos o escândalo de não ser sepultado em campo santo, o que forçosamente aconteceria se o cura da paróquia, com quem se dava bem mas privava pouco, se convencesse sem sombra de dúvida do seu ateísmo. Na doença final o pároco passou a visitá-lo amiúde, tentando levar a conversa para o que lhe interessava, mas o filósofo, polemista de primeira, ia-lhe trocando as voltas sem o deixar chegar ao assunto. No último dia, apercebendo-se do fim próximo, o cura foi directo e perguntou-lhe: “Acredita na divindade de Jesus?” “Deixe-me morrer em paz…” suspirou o filósofo – e assim fez, sendo enterrado em campo santo com todos os ritos devidos.

 

Quanto à República, só chegou a França depois do tempo de Voltaire, começou entrecortada por insistências monárquicas e por dois impérios napoleónicos (um a sério; outro a fingir) mas acabou por se firmar e foi-se refinando cartesianamente. Hoje os que querem mudar de regime político em França não propõem uma Monarquia, propõem a Sexta República – da qual Voltaire tampouco gostaria, como não teria gostado das 1ª, 2ª, 3ª, 4ª e 5ª. De tal maneira de governar dissera, lapidarmente: “A infelicidade de cada um para a felicidade de todos” e quanto mais a espécie se vai refinando, desde a cartografia de genomas à idade de pinturas rupestres em grutas (por acaso, francesas), menos provável é que o número de contentes cresça e o número de descontentes diminua. Mesmo que grupos pluridisciplinares, primeiro nos Estados Unidos ou na Escandinávia, e, a seguir, um pouco por toda a parte, inventem novas maneiras de ir arrumando a espécie, aumentando o número e a variedade de cacifros personalizados de forma a que gostos e preferência individuais não atentem uns contra os outros – por outras palavras: que o bem disponível, em vez de ser limitado, passe a ser infinito; que a riqueza do meu vizinho não me faça pobre a mim e que a filha dele ser uma galdéria não faça da minha uma Santa – tudo de agora em diante acomodado como bonecas russas ou caixas chinesas, da mais pequena freguesia à capital política e administrativa do mundo (Manhattan? Pequim? Basileia?) com olho em todos nós para que nenhum possa ser mau.

 

Voltaire escapou a isto. Talvez - com muita sorte - escapemos ao pior. O Rei Faruk do Egipto, deposto em 1952, dizia que no século XXI só haveria 5 Reis no mundo: de ouros, de copas, de paus, de espadas e de Inglaterra. Um brinde de boas vindas à Princesa de Cambridge?

 

 

 

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