Sexta-feira, 2 de Novembro de 2012

Papelaria Progresso (anos 50)

  

 

 

 Papelaria Progresso, Rua do Ouro - Rua da Vitória, Lisboa

 

 

 

 

Papelaria Fernandes e Papelaria Progresso, Rua do Ouro, Lisboa.

 

 

 

 




Notas:

Fotografias sem data. O "Isetta" estacionado na rua permite situá-las na segunda metade dos anos 50.

 

Sobre a publicidade das canetas "Parker" leia aqui 

 


publicado por VF às 10:31
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Quinta-feira, 1 de Novembro de 2012

Papelaria Progresso - Interiores (anos 60)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Papelaria Progresso, Rua do Ouro, 153, Lisboa.(c. 1964)

Fotografias sem data. Estúdio Mário Novais. 

 

Fotografias cedidas por José Inácio Vieira Gagean, a quem muito agradecemos.

 

 

Sobre o mesmo assunto veja também aqui 

 

 

 

publicado por VF às 21:36
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Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011

boas saídas

 

 

 

 

 

Anúncio da Mobil
contracapa de Panorama, Revista Portuguesa de Arte e Turismo

nº 4 - IV Série - Dezembro de 1962

 

 

 

Outro anúncio da Mobil aqui e mais sobre a campanha da Mobil nas tags design e publicidade

 

Sobre a Mobil Oil Portuguesa veja aqui

 

 

 

publicado por VF às 00:06
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Domingo, 11 de Dezembro de 2011

Serra da Estrela (1962)

 

 

 


página de Panorama, Revista Portuguesa de Arte e Turismo

nº 4 - IV Série - Dezembro de 1962

Foto: A. Santos d'Almeida Jr.   

 

Notas:


Os esquiadores estão junto à imagem de Nossa Senhora da Estrela, a dois quilómetros da Torre, identificada aqui

Veja quem esculpiu a imagem aqui 



 

 

publicado por VF às 10:52
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Sexta-feira, 29 de Julho de 2011

night and day (anos 60)

 

 

 

             

 

postais, anos 60


  

publicado por VF às 22:47
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Sábado, 23 de Julho de 2011

TAP (anos 50)

 

 

 

 

 

Desenho de Eduardo Anahory (1917-1985)
Revista Panorama, Anos 50

 

 

 

  

Eduardo Anahory, arquitecto, pintor, ilustrador, artista gráfico e decorador, inicia a sua actividade como artista gráfico em 1936 com a concepção, encomenda da Junta Nacional de Educação, do ex-libris comemorativo dos 10 anos da “revolução nacional”, da capa do Guia Oficial da Exposição do Mundo Português, e mantém uma assídua colaboração na revista Panorama. Participa, também, noutras iniciativas do S.P.N./S.N.I., como a I Exposição de Montras (Lisboa, 1940), as Exposições de Arte Moderna (1945 e 1946), os pavilhões da “Secção da Vida Popular” na Exposição do Mundo Português (1940) e o I Salão Nacional de Artes Decorativas (1949).

 

 

 

Veja também também aqui e aqui 

 

 

publicado por VF às 01:11
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Quarta-feira, 20 de Julho de 2011

Estoril (anos 40)

 

 

 

 

 

cartaz do SNI

outros aqui

 

 

publicado por VF às 12:00
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Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2011

Alexandre O'Neill, uma Biografia Literária

 

 

 

Ao sair da Telecine O'Neill percebeu que estava a ser muito solicitado por outras agências. Já tinha aliás trabalhado em regime de free-lancer com outras agências, como a MR Estúdios, de Manuel Rodrigues*, para quem fez muitas campanhas. «Há um slogan que ele fez na MR, feito para a Mobil, e que não foi aprovado, "Mobil Serviço, dê por ele sem dar por isso"; a campanha não foi aprovada.» (JM)**

 

Na MR fez as campanhas da Gazcidla, do café instantâneo Tofa*** - «Tofa: revelando num instante o segredo de um aroma» - e das canetas Parker****, com longos textos a acompanhar o slogan «Diz-me com quem andas dir-te-ei quem és». Num deles, o público alvo são os jovens: «Um jovem como tantos outros. Herdeiro de uma civilização, será o seu continuador. Estudante. Escrevendo, compreende o passado para construir o futuro. E mais tarde, quando sobre o papel as palavras se alinharem nervosamente, quando a mão lutar por seguir o cérebro que pensa, é o Amanhã que está surgindo e foi uma Parker que O escreveu.» Para as mulheres que pudessem ambicionar uma Parker, O'Neill escreveu: «Recortada no vermelho de um forro, entre o branco de um lenço de cambraia e o reflexo de um espelho, Parker brilha como uma jóia. Delicada, elegante, feminina - Parker. Um número de telefone: Parker. A hora de um encontro: Parker. Um nome, uma morada: Parker. Uma data a lembrar: Parker.»

 

Pois, leitor, assim era o mundo português em 1965: o rapaz usava a caneta para - que bagatela - construir o futuro; a mulher (chique), para apontar os afazeres do amor e da ociosidade. Mas conceda-se que é um bom texto publicitário (não se trata aqui de poesia), ao conseguir insinuar um tom de erotismo num objecto a ele tão ligado como a caneta, num tempo a ele tão avesso. Certo é que a Parker gostou do trabalho de Alexandre O'Neill, que começava a ser conhecido como publicitário com génio.

 

 

Maria Antónia Oliveira

in Alexandre O'Neill, uma Biografia Literária

©2005 Maria Antónia Oliveira e Publicações Dom Quixote


 

 

 

 

aqui

 

 

 

Notas:

 

*MR Estúdio e Manuel Rodrigues, neste blog, aqui

** A campanha para a Mobil foi aprovada, contrariamente ao que recorda João Martins. Veja um anúncio aqui

 

*** Tofa aqui

**** Parker em Portugal aqui

 


 

Maria Antónia Oliveira, autora da biografia de Alexandre O'Neill, fala sobre sobre o seu trabalho, aqui


publicado por VF às 13:06
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Sábado, 21 de Agosto de 2010

Colorama

 

 

 

Teen Dance in Basement Recreation Room (1961), by Lee Howick and Neil Montanus.

© 2009 Kodak, courtesy of George Eastman House.

 

 

 

In 1950, Eastman Kodak Company installed the first Colorama in Grand Central. These advertisements would become known as “The World’s Largest Photographs" and were huge indeed: eighteen feet high and sixty feet wide, requiring more than a mile of cold - cathode tubes to illuminate the transparencies from behind. Altogether, 565 Colorama photographs would be situated on this spot over the next forty years. As a major corporate and aesthetic undertaking, the production of Coloramas required the combined efforts of Kodak's marketing and technical staffs and scores of photographers that included such notables as Ansel Adams, Ernst Haas, and Eliot Porter. Until 1990, these illuminated images reflected and reinforced American values and aspirations while encouraging picture-taking as an essential aspect of leisure, travel, and family. In the decades that came and went—from Levittowns and the baby boom, to Watts and Woodstock, to video games and MTV—they proffered an almost unchanging vision of landscapes, villages, and families, American power and patriotism, and the decorative sentimentality of babies, puppies, and kittens. They marked traditional holidays, conventional views of the faraway, and such uplifting events as a moonwalk and a royal wedding; they suggested, with varying degrees of explicitness, that such sights could be defined, secured, memorialized, and enjoyed through the complementary practice of photography. […]

Today, these images linger in the landscape of memory. The Coloramas taught us not only what to photograph, but how to see the world as if it were a photograph. They served to manifest and visualize values that even then were understood as nostalgic and in jeopardy, salvageable only through the time-defying alchemy of Kodak cameras and film.

 

 

 

Alison Nordström

in "Dreaming in Color"

Colorama

The World’s Largest Photographs From Kodak and the George Eastman House

© George Eastman House / Aperture Foundation

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esta e outras imagens "Colorama" num artigo da "Vanity Fair" aqui

 

 


publicado por VF às 11:21
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Domingo, 22 de Março de 2009

Estúdio MR (publicidade)

 

 

 

 

 

 

 

Design de Manuel Rodrigues

 

 

 

 

 

Contracapa de

PANORAMA - Revista Portuguesa de Arte e Turismo

Nº 16 IV Série – Dezembro de 1965

Edição do Secretariado Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo

 

 

Logotipo

 

For the record, confirmei a suspeita de que as notas dactilografadas que usei para o perfil de Manuel Rodrigues se destinavam a uma publicação. Com efeito, um artigo de Margarida Futscher acompanha na edição referida da revista Panorama as imagens reproduzidas nos dois últimos posts.

 

Ver o perfil de Manuel Rodrigues aqui

publicado por VF às 11:35
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