Quarta-feira, 8 de Abril de 2009

Álvaro Feijó

 

 

 

Álvaro Feijó

1916-1941

 

 

PARÁBOLA

 

Contei estrelas,

e elas

morriam, à medida que as contava.

 

 

E a escuridão nasceu.

 

 

Mas fiz estrelas

e pendurei-as

na escuridão da abóbada.

 

 

 

Fiquei nimbado de luz,

mas a Terra era negra à minha roda...

 

 

 

 

 

Álvaro Feijó
Corsário (1940)

 

in Os Poemas de Álvaro Feijó

© Evoramons Editores e herdeiros de Álvaro Feijó

 

Mais sobre o autor aqui

O livro aqui

publicado por VF às 11:27
link do post | comentar | favorito

pesquisar

mais sobre mim

posts recentes

Evora-Africa

O Bloco-Notas de José Cut...

Escultura de Manuel Rosa

O Bloco-Notas de José Cut...

O Bloco-Notas de José Cut...

O Bloco-Notas de José Cut...

O Bloco-Notas de José Cut...

O Bloco-Notas de José Cut...

O Bloco-Notas de José Cut...

O Bloco-Notas de José Cut...

tags

todas as tags

links

arquivos

Creative Commons License
This work by //retrovisor.blogs.sapo.pt is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.

Blogs Portugal

blogs SAPO

subscrever feeds