29.11.08

 

William Faulkner usou esta expressão para dizer que sempre que escrevemos algo que nos entusiasmou particularmente, devemos cortá-lo do texto. Ao longo da composição do livro  Retrovisor, um Álbum de Família  deixei de fora muitas das fotografias que mais me entusiasmavam, em especial as muito antigas, mas não só.

 

 

É porém difícil matar as coisas de que mais gostamos e vou ressuscitar aqui algumas delas.

 

 


 

O fotógrafo Gabriel Tinoco. Data desconhecida.

 

 

link do postPor VF, às 22:29  comentar

De Maria João a 30 de Novembro de 2008 às 15:30
Olá Vera e parabéns por esta iniciativa! Seria de facto uma pena as fotos que não foram incluidas no livro voltarem para as suas caixas sem serem antes partilhadas com mais pessoas do que aquelas que, como eu, tiveram a sorte de ver os originais!!!
Beijinhos e até para a semana

De Jorge A. S. a 30 de Novembro de 2008 às 18:10
Verinha, que surpresa agradável.

A evocação do Faulkner é tão oportuna: o ego prega-nos tantas partidas, não é?

Abraço amigo,

Jorge

De Mizinha a 3 de Dezembro de 2008 às 22:54
Tenho um album "fechado" como o que tens andado a fazer. Fi-lo quando casei, representou sobretudo a adolescência, e ficou como um parentesis que tem que ser calculado antes de passar a outras operações. Nunca mais perdeu o valor desse resultado e deu lugar a muitos outros enredos com o que de fora ficou. Adoro albuns por isso. Estou encantada com teres chegado ao fim e finalmente poder ver o que só tenho visto de ouvido!
Boa Vera! Para quando a edição?
Já agora, será que podemos adicionar fotos e novos enredos?

De VF a 6 de Dezembro de 2008 às 23:40
Adicionar fotos e novos enredos é a finalidade deste Retrovisor. A tua pergunta é assim uma resposta ao meu convite. Espero inspirar contribuições a propósito dalguns temas que vou sugerir, e esse álbum de que falas deve conter preciosidades...

De Patricia Proença a 12 de Janeiro de 2009 às 10:53
Querida Vera, com esta bela iniciativa, até eu vou ter a possibilidade de me recompor dos sucessivos «darlings» desaparecidos do work in progress! maravilha! um beijo, Patrícia.

De maria corvo a 16 de Janeiro de 2009 às 13:20
Vera, que bom mostrares-nos estas coisas preciosas!
Andei no liceu de 58 a 72(entrei porco e saí salsicha= entrei com 3 anos e 8 meses e saí em junho de 72) , mas lembro-me muito bem de ti.
Serias da turma do meu primo José Luís Rogado?
Não sei como mas não me passaste ao lado!
Lembras-te da Christine Rieguer e do Emmanuel Passmary? Das nossas reevindicações contra o uniforme do liceu em junho de 68 ou 69? Dos cremes nívea avenida Duarte Pacheco abaixo?
Foste aluna do professor Corbineau? São memórias engraçadas! Gostava de te ver .

Um abraço, Maria da Conceição Corvo/Maria Corvo

(Sou professora de artes plásticas no Liceu"Normal" de Pedro Nunes.Formei-me em Paris de frança em arquitectura)

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