20.8.09

 

 

 

vasco cristina paris 1972

 

Vasco e Cristina, 1972

 

 

 

 

What would the dead want from us

Watching from their cave?

Would they have us forever howling?

Would they have us rave

And disfigure ourselves, or be strangled

Like some ancient emperor's slave?

 

None of my dead friends were emperors

With such exorbitant tastes

And none of them were so vengeful

As to have their friends waste

Waste quite away in sorrow

Disfigured and defaced.

 

I think the dead would want us

To weep for what THEY have lost.

I think that our luck in continuing

Is what would affect them most.

But time would find them generous

And less self-engrossed.

 

And time would find them generous

As they used to be

And what else would they want from us

But an honoured place in our memory,

A favourite room, a hallowed chair,

Privilege and celebrity?

 

And so the dead might cease to grieve

And we might make amends

And there might be a pact between

Dead friends and living friends,

What our dead friends would want from us

Would be such living friends.

 

 

James Fenton

 

 

 

Vasco Luís Futscher Pereira (3 de Fevereiro de 1922 — 20 de  Agosto de 1984)

 

O poema foi lido por Aline Tayar numa cerimónia organizada em memória de Cristina  pelos seus colegas intérpretes do Parlamento Europeu, no dia 25 de Outubro de 2005, em Estrasburgo. 

 

link do postPor VF, às 00:54  comentar

De Maria João a 27 de Setembro de 2009 às 22:32
Agora sim, já a vi. Está amorosa a foto. Que bom ver a minha mãe a rir. Beijinhos, Maria João

De Margarida a 11 de Agosto de 2011 às 19:47
Muito obrigada Vera. É mesmo isto :) Eu tento sempre viver como eles gostariam de viver, lembrar-me de como eram e que conselhos me dariam. Às vezes é tão difícil ultrapassar a barreira da saudade..mas vale a pena tentar, porque eles gostavam que assim fosse. Beijinho* (quando vieres ao Porto, não hesites em avisar!)

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