4.8.09

 

 

Museu do Chiado, 4 de Maio de 2009

Fotografia de Vladimir Castro Rodas


 

Passados três meses sobre o lançamento de Retrovisor, um Álbum de Família, recebi já uma série de comentários de leitores, a quem dedico este 'post', com a minha sincera gratidão. Num país em que o silêncio é por vezes ‘ensurdecedor', as reacções dos meus leitores encorajam-me a partilhar aqui algumas das suas observações.Será mais uma pista da exploração que me propus fazer, neste espaço, e na sua companhia, Caro Leitor, quando inaugurei este blog em torno do meu livro e dos temas que aflora.

Palavras de leitores:

No dia em que lançaste o livro vim para casa e comecei a ler, foi tipo devorar. E tem andado aqui em cima da minha mesa de trabalho.

J.M.

Recebi hoje de manhã o teu 'Retrovisor' e passei a tarde a lê-lo.

M.N.F.

 

Muito lhe agradeço o envio do livro sobre a vossa família que li num só “trago”.

P.L.M.

Depois de várias aberturas e leituras gostosas aqui e além no livro, li ontem à noite 'Retrovisor' de fio a pavio…

J.C.

Li finalmente o teu livro, ontem à tarde, de uma assentada.

Bastará isto para que vejas que gostei.

R.C.D.

 

Com efeito, nada me poderia dar maior satisfação. Julgo que qualquer autor sente o mesmo.

 

Pus um grande cuidado na fluidez do texto, ou, melhor dizendo, na sequência dos vários e diferentes textos de que o livro é composto, e foi essa a minha maior preocupação na ‘costura’ final dos capítulos. Creio que foi a ler e, talvez mais ainda, a ver filmes, que compreendi toda a importância do ritmo da narração, de manter o espectador informado, e do cuidado a ter com o “raccord” entre cenas, para evitar incoerências, por mais pequenas que sejam, susceptíveis de o confundirem. Ao longo da paginação do livro, no atelier de Patrícia Proença, muitas fotografias e páginas foram mudando de lugar até me certificar de que as respectivas legendas e outros conteúdos não interferiam no fio narrativo.

 

Imaginei o meu álbum de família como um “filme”, e do cinema e suas metáforas me tenho socorrido por mais de uma vez. Hoje, graças aos amigos (e alguns, poucos, desconhecidos) que leram Retrovisor e tiveram a generosidade de mo comentar, declaro-me satisfeita com a "montagem".

Sobre este tema, recomendo um livro que li quando comecei a escrever o meu:

 

Folheie o livro aqui

 

 

 

Imagem:  No lançamento de Retrovisor, na Cafetaria do Museu do Chiado em Lisboa.

 

introdução de Retrovisor, um álbum de família está aqui

 

Para saber mais sobre a feitura do livro clique na tag “retrovisor”.

 

link do postPor VF, às 14:18  comentar

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