31.12.11

 

 

 

e votos de um Bom 2012.

 

 

 

Imagem: Mercado de Belém do Pará, 2009

 

 

 

 

 


29.12.11

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Thomas Struth: Fotografias 1978-2010

até 29 de Janeiro de 2012 aqui

 

A exposição Thomas Struth: Fotografias 1978 – 2010, no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, reúne mais de uma centena de obras e passa em revista a obra de Struth ao longo de três décadas. Inclui grupos alargados de cada uma das séries que constituem o corpo da obra do artista: fotografias a preto e branco de cidades europeias, asiáticas e americanas, retratos de família e impressões a cor em grande escala realizadas em selvas e florestas densas, no interior de alguns dos maiores museus do mundo e em locais de culto como templos e catedrais. Culmina com um importante conjunto de novos trabalhos. 

 

 

  

Entrevista com o fotógrafo aqui 

 

 


 

link do postPor VF, às 23:34  comentar

28.12.11

 

 

 

 

 

Anúncio da Mobil
contracapa de Panorama, Revista Portuguesa de Arte e Turismo

nº 4 - IV Série - Dezembro de 1962

 

 

 

Outro anúncio da Mobil aqui e mais sobre a campanha da Mobil nas tags design e publicidade

 

Sobre a Mobil Oil Portuguesa veja aqui

 

 

 

link do postPor VF, às 00:06  comentar

25.12.11

 

 

 

 

cartão de Boas Festas

de uma série, pintado por Vasco Luís Futscher Pereira (1922-1984)

 

Edição Papelaria Progresso, Lisboa, 1965

 

 

 

Mais sobre a Papelaria Progresso aqui e aqui

 

link do postPor VF, às 00:57  comentar

22.12.11

 

 

 

 

 

Postal de Boas Festas c. 1957

Foto Casa Jorge Lourenço, Cascais, Portugal

link do postPor VF, às 14:58  comentar

20.12.11

 

 

 

 
© Inês Gonçalves

 

 

 


in Sabor de Goa

© Maria Fernanda Noronha da Costa e Sousa, Inês Gonçalves

© Assírio & Alvim 2004

esgotado mas disponível para consulta aqui

 

 

Mais fotografias de Inês Gonçalves na Galeria Pente 10 aqui


 
link do postPor VF, às 21:54  comentar

18.12.11

 

 

 

 

 

A Virgem e o Menino

Ângelo da Fonseca (1902-1967)

 

 

 

Também em Goa, pobres e ricos, muito portuguêsmente, fazem presépio. Certas famílias, com alguma antecipação, semeiam nachiniru, cereal que grela rapidamente, em terra espalhada sobre uma pequena tábua. Quando as folhinhas começam a aparecer, formam um tapete verde sobre o qual é armado o presépio de palha.

 

*

 

Os preparativos iniciam-se com grande antecedência, principalmente com a confecção de certos doces típicos, que não faltam em nenhuma mesa, como os mandarês, hóstias grandes feitas de abóbora, secas ao sol e fritas em óleo de coco no momento de servir, assemelhando-se a bolachas muito finas, de excelente paladar. Outro doce peculiar a esse dia é o dodol, preparado com farinha de trigo, sumo de coco, jagra, castanha de caju e manteiga. O dodol ocupa sempre na sua confecção duas ou mais pessoas, que se revezam, pois cansa muito mexê-lo continuamente. De resto, a maioria dos doces goeses é feita por esse processo, como o doce de grão, o doce  bagi, a mangada, a cocada, e outros. [...] E não podemos esquecer os neureus, semelhantes a rissóis mas recheados com coco ralado, cozido em mel de açúcar ou lentilhas, sendo tudo frito em óleo de coco ou assado no forno. E ainda os oddés (lê-se ores), feito- de farinha de trigo amassada em agua e sal, redondos e fritos também em óleo de coco a ferver.

 

*

 

Outro elemento digno de menção especial é a iluminação das casas. Desde as vésperas de Natal até aos Reis, todos os lares católicos irradiam externamente uma luz suave proveniente de lanternas chinesas de diversos formatos e desenhos, com velas de cera acesas. [...] Um elemento, porém, é comum a todas: a estrela! É feita de bambu e forrada de papel de seda, branco ou de cores, e presa a um pau comprido espetado no chão. À noite, quando iluminada, dá-nos a impressão de uma estrela suspensa no céu límpido, evocando a que surgiu aos Reis Magos, assinalando o caminho de Belém.

 

*

 

E a véspera de Natal termina com a Missa do Galo. Todos voltam lentamente para casa, cheretas a servir de lanternas, abrindo buracos na noite. Os doces ficam à espera, pois a consoada é a 25, no próprio dia de Natal, em puro convívio familiar, regalando-se então todos com a boa comezaina, variada e gostosa.

E a meio do dia surgem os farazes.

Os farazes são talvez a classe mais baixa, sem casta, descendente dos primitivos habitantes dravídicos. Vivendo em comunidade mais ou menos tribal e dedicando-se à manufactura de utensílios de bambu, constituem uma das camadas populacionais de Goa mais sinceramente católicas, desprezados como são pelos brâmanes e pelas outras castas arianas. Isso recorda-me palavras que o grande poeta Paulino Dias, na sua narrativa dramática Os párias, põe na boca de um faraz:

 

Os nossos maiores, Pralada, Ravana, Hiraniaxipú, Bali, bateram os Árias e comeram a sua carne. É a vingança, ó Jiubá, dos crimes das eras, os crimes de defender a sua choupana, a sua mulher e os seus filhos. Hoje o estrangeiro os devora com garganta de cobre aquecido. Eu sei que num país depois do mar os Árias são expulsos, feridos, sem poderem passar pelas ruas, entrar nos Dharmasadas e nas pousadas. Pagam pelo que nos fazem, ó Jiubá. Nós temos ainda os deuses deles, Shivá, Rama e Parvati, e eles não nos deixam pisar o degrau do seu templo. Mil vezes melhores os cristãos e muçulmanos que nos aceitam como irmãos.

 

 

Vimala Devi

in "Natal de Goa"

Panorama Revista de Arte e Turismo nº 24-III Série-Dezembro de 1961

Edição do SNI Lisboa

 

 

Notas:

 

Vimala Devi, Paulino Dias e outros autores da literatura indo-portuguesa  aqui

Angelo da Fonseca aqui

 

 

Museum of Christian Art, Goa aqui 

 

 

 

link do postPor VF, às 00:18  comentar

15.12.11

 

 

 

 

Maquineta Adoração dos pastores*

Século XIX, início

 

 

 

Maquineta de autoria desconhecida, mas que traduz de modo eloquente o gosto pelo presépio no século XVIII português. Nesta tripla Adoração – as Sagrada Família, dos Anjos e dos Pastores – podemos observar que remetem para um certo arcaismo, como a posição das mãos e os cabelos soltos da Virgem, evocação das imagens de Dionísio e António Ferreira, ou a indumentária de dois dos músicos, memória de figurinos seiscentistas.  

 

 

 

* Presépio da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva

 

  Imagem e texto encontrados aqui

 


 


link do postPor VF, às 11:36  comentar

12.12.11

  

 

 

 

Capa de Panorama, Revista Portuguesa de Arte e Turismo 

nº 4 - IV Série - Dezembro de 1962

 

 

 

 

 

Imagem: Presépio - Trecho — Josefa de ÓbidosMuseu Nacional de Arte Antiga, Lisboa

 


Sobre a revista Panorama leia aqui

Outras imagens do Natal na pintura portuguesa aqui

 

 

 

 

link do postPor VF, às 20:40  comentar

11.12.11

 

 

 


página de Panorama, Revista Portuguesa de Arte e Turismo

nº 4 - IV Série - Dezembro de 1962

Foto: A. Santos d'Almeida Jr.   

 

Notas:


Os esquiadores estão junto à imagem de Nossa Senhora da Estrela, a dois quilómetros da Torre, identificada aqui

Veja quem esculpiu a imagem aqui 



 

 

link do postPor VF, às 10:52  comentar

9.12.11

 

 

 

 

 

Capa de Panorama, Revista Portuguesa de Arte e Turismo

nº 24 - IV Série - Dezembro de 1967

 

 

Imagem: Presépio de madeira policromada que preenche o relicário de Santa Catarina de Sena.

Século XVII. Museu de Grão Vasco, Viseu.

 

Sobre a revista Panorama leia aqui

 

 

 

 

Museu de Grão Vasco aqui

Visita virtual aqui

 

 

 


link do postPor VF, às 00:59  comentar

4.12.11

 

 

 

Guilherme Pereira de Carvalho e Hugo Belmarço 

 

 

 

 

Verso:

Bilhete postal: Photographia Vasques, Lisboa


link do postPor VF, às 11:25  comentar

1.12.11

 

 

 
 
José Alvellos, Maria José e Hugo Belmarço
 
foto A.Linares- Alhambra,64 Granada
 
 
 
link do postPor VF, às 16:58  comentar

pesquisar neste blog
 
mais sobre mim
Translator
posts recentes
Blogs Portugal
contador sapo