11.12.08

Amarante, 1938

 

 

 

 

 

 

 

Se houver consciência de que, sob o grandioso aparelho dos disfarces cronológicos, em qualquer estilo, dentro de qualquer género, em qualquer situação, em qualquer ambiente e qualquer que seja o assunto, é o homem eterno que está em causa, muito bem: todo o engenho, todo o ardil e a audácia são permitidos ao poeta para quebrar o encantamento da solidão e comunicar com o próximo, lançando a ponte do palco à plateia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De qualquer forma e sejam quais forem os instrumentos e o método, o teatro assinala-se por um desvendar o que naturalmente e humanamente se esconde. O progredir da acção é um desocultar incessante, a partir do momento em que o pano de boca, abrindo o espaço cénico, nos coloca em intimidade com os personagens.

 

 

Destas fotografias, pouco mais consegui saber do que a data e o local em foram tiradas. Na primeira vemos ao centro, de vestido escuro minha tia Stella Pereira de Carvalho. Na segunda, a minha mãe é a primeira a contar da esquerda.

 

 

As legendas são excertos da obra À Boca de Cena (edições & etc, 1999) do dramaturgo Fernando Amado, que viria a dirigir os meus pais na peça A Caixa de Pandora, estreada em 16 de Junho de 1946 no Teatro do Ginásio, em Lisboa.

 

 

Visite aqui o Centro de Estudos de Teatro

 

 

 

 

 

 

 

link do postPor VF, às 16:20  comentar

De helena cardoso a 12 de Dezembro de 2008 às 22:27
Vera: óptimo enviares-nos para sites desconhecidos (falo por mim), como este Centro de Estudos de Teatro.
Beijos

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