7.9.13

 

 

 

 

«O timor que usa «taiss» ou «lipa», largo pano de algodão às riscas, colorido de azul ou de encarnado, e chegando da cinta aos joelhos, cabaia ou curta jaleca branca de botões apresilhados, lenço atado no alto da cabeça à moda javanesa..., vai porém para a guerra de «lipa» negra, cabaia encarnada, lenço com penas de galo erectas ao topo e, principalmente quando já «Açuaim», ou guerreiro de fama, de manilhas, colares de «mútissalas», «luas» de prata ou de oiro, e de cinta ou faixa branca... » (Alberto Osório de Castro)




 

«Debaixo do braço ou posto ao colo, não falta o galo de combate, nem no saquitel a lâmina acerada que no começo dos torneios, se lhe ata a uma das patas, apetrechando-o para uma peleja renhida, em volta da qual se há de comprimir o povoleu e ferverão as apostas a dinheiro.» (Armando Pinto Correia)

 

 



Testemunhas de antigas lutas, as tranqueiras e outros vestígios das arquitectura militar de Filomeno da Câmara, são hoje representações históricas que surpreendem o visitante recém-chegado a alguns postos administrativos do interior. (Ruy Cinatti)

 




Timor, Páginas de um Diário Poético

Ruy Cinatti

Panorama, Revista Portuguesa de Arte e Turismo

Números 36 e 37, ano de 1948


Fotos: Ruy Cinatti (1947)

 



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